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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

BARACK OBAMA (X)

... JÁ COMEÇOU A TRABALHAR...

No dia seguinte à tomada de posse como Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama deu ordens para a suspensão de procedimentos judiciais em Guantanamo durante 120 dias.

«No interesse da justiça e a pedido do presidente dos Estados Unidos e do secretário da Defesa Robert Gates, o Governo requer, respeitosamente, que as comissões militares autorizem uma suspensão dos procedimentos judiciais nos casos seguintes até 20 de Maio», lê-se numa moção que o procurador Clayton Trivett apresentará esta quarta-feira a dois juízes em Guantanamo.

O primeiro, Stephen Henley, deveria examinar até esta quarta-feira o processo de cinco homens acusados de terem organizado os atentados do 11 de Setembro.

O segundo, Patrick Parrish, estava com o caso de Omar Khadr, um canadiano detido com 15 anos no Afeganistão pelo assassínio de um militar norte-americano, e cujo julgamento estava previsto em princípio para segunda-feira.

Este sistema judiciário de excepção foi criado em 2006 pela Administração Bush para julgar os presos de Guantánamo.

Há actualmente 21 incriminados, 14 dos quais já presentes a juízes, entre cerca de 245 presos, segundo o Pentágono.

O presidente Obama prometeu que o encerramento da prisão de Guantanamo seria uma das suas primeiras decisões depois de assumir funções.

Todavia, antes de dar essa ordem, decidiu suspender os procedimentos judiciais, particularmente controversos.

Trata-se, segundo a moção de Trivett, de «permitir ao novo presidente e à sua Administração reexaminar o sistema de comissões militares em geral e particularmente os dois processos em curso».

Segundo o documento, os procuradores militares receberam directamente de Gates a ordem de «dar tempo suficiente à nova Administração para reexaminar os casos dos detidos em Guantánamo que não foram declarados libertáveis ou transferíveis».

A Administração deverá a seguir «determinar se eles poderão ser acusados por delitos que terão cometido e qual a jurisdição mais adequada para os futuros processos».

in visão




terça-feira, 20 de janeiro de 2009

BARACK OBAMA (IX)

As propostas de Obama

Sistema de Saúde

• Reduzir os custos na saúde através da modernização do sistema de saúde

Economia

• Intensificar relações exteriores de modo a fortalecer e economia americana e a criar mais postos de trabalho

• Promover a criação de sindicatos

• Criar um sistema que permita dar a conhecer a todos os consumidores os riscos que correm ao adquirir cartões de crédito

• Duplicar fundos para ajudar as familias no que diz respeito a despesas com crianças e para incentivar a horários de trabalho mais flexíveis



Idosos

• Proteger a segurança social

• Aumentar as reformas

• Eliminar impostos para idosos que recebam menos de 50.000dólares/ano

• Prevenir a descriminação

• Criar planos de saúde em conta

Educação

• Educação para todos

• Diminuir custos da educação

• Diminuir taxas de desistência escolar

Energia

• Reduzir emissões de carbono

• Investir num futuro de energia limpa

• Apostar em energias renováveis

• Desenvolver tecnologias de limpeza de carvão

• Investir em biocombustíveis

• Melhorar a eficiência energética

Finanças

• Tornar o sistema de impostos mais justo e mais eficiente

Agricultura

• Assegurar oportunidades económicas para familias de agricultores

• Apoiar o crescimento económico rural

• Melhorar a qualidade de vida do meio rural

Mulheres

• Igualdade de salários

• Subsídios de doença

• Acabar com a violência contra as mulheres

Imigração

• Criar fronteiras seguras

• Melhorar o sistema de imigração

• Remover incentivos à entrada ilegal no país

• Dar oportunidades aos imigrantes ilegais qe já vivam no país

Pobreza

• Facilitar o acesso a empregos

• Criar emprego pago para todos

• Acabar com a pobreza concentrada

Direitos humanos

• Combater a discriminação laboral

• Intensificar a legislação e combate ao crime

• Acabar com fraudes em eleições

• Reintegrar ex-reclusos na sociedade

Políticas estrangeiras

• Trazer as tropas para casa

• Pressionar os lideres iraquianos a aceitar a reconciliação

• Alcançar a diplomacia regional

• Apostar em iniciativas humanitárias

BARACK OBAMA (VIII)


44º Presidente dos Estados Unidos da América.
Barack Hussein Obama

BARACK OBAMA (VII)


segundo o ditado...
uma imagem vale mais do que mil palavras...
NO COMMENTS!

BARACK OBAMA (VI)

EUA/Obama: Juramento do Presidente em 35 palavras

Barack Obama passará hoje a ser o 44º Presidente dos Estados Unidos depois de prestar juramento e repetir um pequeno texto de 35 palavras, previsto na Constituição.

«Eu, Barack Hussein Obama, juro solenemente cumprir fielmente as funções de Presidente dos Estados Unidos e, com todos os meios ao meu alcance, salvaguardar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos», é o texto que o novo Presidente vai pronunciar.

O Presidente repete as palavras que lhe são ditas pelo presidente do Supremo Tribunal, John Roberts.

Quase todos os Presidentes prestam juramente com a mão pousada sobre a Bíblia. Obama vai utilizar a de Abraham Lincoln, que aboliu a escravatura, e será a mulher, Michelle, a segurar a Bíblia.

O primeiro Presidente norte-americano George Washington concluiu, após a sua primeira investidura, em 1789, o juramento com a expressão «Com a ajuda de Deus» (So Help me God), que não está prevista na Constituição, mas que quase todos os seus sucesssores usaram desde então.

in lusa

BARACK OBAMA (V)


ADEUS BUSH...
BEM VINDO OBAMA!

BARACK OBAMA (IV)

Yes We Can - Barack Obama Music Video

BARACK OBAMA (III)

BARACK OBAMA (II)

As cerimónias celebrando a tomada de posse do novo presidente norte-americano, Barack Obama, que terão o ponto alto na terça-feira, decorrem já desde domingo.

Obama, o 44º presidente dos Estados Unidos e o primeiro negro, deu domingo o arranque às celebrações nas escadas do Lincoln Memorial, onde Martin Luther King, o líder negro assassinado cujo nascimento é assinalado hoje com um feriado, pronunciou o seu famoso discurso "I have a dream" (Tenho um sonho).

Depois, um concerto gratuito, reunindo nomeadamente Beyoncé, Mary J. Blidge, Bruce Springsteen, Bono e Stevie Wonder, reuniu milhares de pessoas na capital federal.

Hoje, Obama e o vice-presidente eleito Joe Biden, com as respectivas mulheres, participam em actividades celebrando o dia de serviço às comunidades e em memória de Luther King, prevendo-se para a noite um grande "Concerto da Juventude", também gratuito.

Estão ainda previstos para a noite três banquetes em honra de três cidadãos norte-americanos que "consagraram as suas vidas ao serviço público, sem espírito partidário": o senador republicano John McCain, adversário derrotado por Obama nas presidenciais, o general Colin Powell, antigo secretário de Estado de George W. Bush e actual apoiante do futuro presidente, e o vice-presidente eleito Joe Biden.

Na terça-feira, dia da tomada de posse, é esperado entre um e dois milhões de pessoas em Washington, quer para assistirem à cerimónia, quer para participarem na parada que assinala o dia. Só para as festividades no Capitólio foram emitidos 240.000 bilhetes de ingresso.

A cerimónia de investidura inicia-se às 10:00 locais (15:00 de Lisboa), ao ar livre, frente ao Capitólio, sede do Congresso norte-americano. Barack Obama presta juramento ao meio-dia (17:00 de Lisboa) sobre a Bíblia de Abraham Lincoln e pronuncia o discurso de investidura.

Após uma oração do pastor evangélico Rick Warren, a "rainha do soul" Aretha Franklin, 66 anos, canta para o presidente, antes de subir ao palco um quarteto composto pelo violoncelista Yo-Yo Ma, o violinista Itzhak Perlman, a pianista Gabriela Montero e o clarinetista Anthony McGill.

A poeta Elizabeth Alexander, nascida em Harlem, declama em seguida um poema.

Depois, o reverendo Joseph E. Lowery pronuncia uma bênção, antes de ser tocado o hino nacional dos Estados Unidos pela fanfarra Sea Chanters da armada norte-americana.

A partir das 14:30 (19:30 de Lisboa), um desfile composto por bandas e fanfarras de todo o país marcha até à Casa Branca.

À noite, dez bailes "oficiais" e dezenas de outros decorrem na capital, em honra do casal presidencial.

Finalmente, já na quarta-feira de manhã, o presidente, o vice-presidente e respectivas famílias assistem a um serviço religioso na catedral de Washington.

in sapo

BARACK OBAMA (I)

Barack Obama é a partir de terça-feira (hoje) o primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América, concretizando em parte a mensagem de mudança que defendeu perante o país.


Considerado um conciliador carismático, Obama, 47 anos, anunciou oficialmente a 10 de Fevereiro de 2007 a sua candidatura à nomeação democrata para as eleições presidenciais norte-americanas e conseguiu ultrapassar uma concorrente como Hillary Clinton, algo difícil de imaginar antes do início da campanha.

Depois, foi a vez de o candidato republicano John McCain ser vencido na eleição de Novembro, em que Obama conquistou 53 por cento do voto popular e obteve uma larga maioria no colégio eleitoral.

Tendo sido eleito como senador pelo Estado de Illinois em Novembro de 2004, Obama reconheceu na apresentação da sua candidatura não ter passado "muito tempo a conhecer os meandros políticos de Washington".

"Mas passei o tempo suficiente para saber que a forma de fazer política em Washington deve mudar", declarou na altura.

Os seus adversários tentaram jogar, sem êxito, com a inexperiência governativa de Obama para impedir que se impusesse em todo o processo eleitoral.

Devido à sua história pessoal, Obama é visto por muitos como unificador.

Nasceu em Honolulu (Havai) a 04 de Agosto de 1961, quando o seu pai, um economista queniano, e a mãe, antropóloga norte-americana do Kansas, estudavam na universidade do Havai.

Os pais separaram-se quando Obama tinha dois anos e, com o casamento seguinte da mãe, foi viver para Jacarta (Indonésia) durante quatro anos, voltando ao Havai aos 10.



Formou-se em Relações Internacionais na Universidade de Columbia em 1983 e em Direito em 1991 em Harvard, onde foi o primeiro afro-americano presidente da prestigiada Harvard Law Review.

Antes de chegar ao Senado dos Estados Unidos, Obama esteve sete anos no Senado do Illinois, depois de ter trabalhado como organizador da comunidade e advogado de direitos civis.

É num escritório de advogados que encontra a sua futura mulher, Michelle, mãe das duas filhas, Malia, de 10 anos, e Sasha, de sete.

Em 1992, organizou uma das maiores inscrições de votantes na história de Chicago para ajudar Bill Clinton nas eleições desse ano, mas foi na convenção do partido democrata no Verão de 2004 que roubou o protagonismo ao candidato à presidência, John Kerry, com um discurso simples.

"Não há uma América negra, uma América branca e uma América hispânica: há os Estados Unidos da América", disse Obama.

Obama reafirma hoje querer ser o presidente daquela reconciliação e reivindica a herança de Martin Luther King, o apóstolo dos direitos cívicos, e do presidente John Kennedy (1961/1963), a quem é comparado em termos de juventude e sedução.

Além de inexperiente e ingénuo, já foi acusado de elitista, de esquerdismo por estar desde o início contra a guerra no Iraque, defender o direito ao aborto ou opor-se à nomeação de conservadores para o Supremo Tribunal.

Mais recentemente foi acusado pelos rivais republicanos de ser amigo de terroristas por conhecer Bill Ayers, militante de esquerda e fundador de um movimento violento nos anos 1960.

Obama conheceu Ayers em 1995 e cruzaram-se até 2002 em reuniões de duas fundações a que ambos estiveram ligados. O agora professor universitário, de 63 anos, vive no mesmo bairro do candidato presidencial em Chicago.

A 29 de Agosto, na convenção onde foi nomeado candidato democrata por aclamação, Obama prometeu acabar em 10 anos com a dependência dos Estados Unidos face ao petróleo do Médio Oriente e baixar impostos a 95 por cento das "famílias trabalhadoras".

"É esta a mudança de que precisamos", declarou no encerramento da convenção em Denver.

Muitos norte-americanos, segundo as sondagens, parecem acreditar em Obama ou precisam de acreditar, sobretudo depois dos efeitos violentos da crise financeira, cuja responsabilidade é atribuída em parte à administração republicana.

Naquele mesmo discurso, o candidato democrata prometeu também acabar com a "guerra irresponsável no Iraque (...) terminar a luta contra a Al-Qaida (...) apostar numa diplomacia directa capaz de impedir que o Irão tenha poder nuclear".

Hoje, o discurso de Obama alterou-se algo, face sobretudo às mudanças na conjuntura mundial, a braços com uma crise económica e financeira sem precedentes desde os anos de 1930, mas os pressupostos que definiu nos seus discursos de campanha continuam presentes.

Manteve as promessas de encerrar o centro prisional de Guantanamo, em Cuba, de retirar o mais rapidamente possível as tropas norte-americanas do Iraque e de reforçar o envolvimento dos Estados Unidos no Afeganistão.

A partir de terça-feira, terá em braços mais uma crise no Médio Oriente, com as tropas israelitas a manterem uma operação em Gaza - se bem que aparentemente em vias de resolução parcial.

Com uma equipa que inclui na secretaria de Estado a sua antiga rival democrata Hillary Clinton e na secretaria da Defesa Robert Gates, que transita da administração Bush, Obama parece estar armado de trunfos que pesarão na forma como terá que lidar com o Congresso.

Resta agora saber como a sua política económica poderá aliviar a situação de crise interna e como as suas decisões em termos de política externa poderão fazer diminuir os protestos nos Estados Unidos contra o envolvimento em cenários de guerra e voltar a cativar os aliados internacionais que a antiga administração de George W. Bush, por vezes, alienou.

in sapo/lusa

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

PND - PAI NATAL

BEM HAJA AO PND... Obrigado pelo povo madeirense.

QUE JACKPOTE...

Madeira: PND-M distribuíu 7.500 euros aos reformados em protesto contra sistema de financiamento dos partidos (c/ Audio e Vídeo)

Funchal, 22 Dez (Lusa) - O Partido da Nova Democracia (PND) distribuiu hoje 7.500 euros pelos reformados num gesto de protesto pelo sistema de financiamento dos Grupos Parlamentares e partidos aprovado no dia 16 na Assembleia Legislativa da Madeira.

O deputado José Manuel Coelho e o presidente do PND-M, Baltasar Aguiar, distribuíram envelopes contendo 30 euros cada destinados aos primeiros 250 primeiros reformados que se dirigissem à sede da sua representação parlamentar.
Às 09:00 da manhã uma fila de 71 pessoas aguardava que a porta abrisse para subir ao segundo andar do edifício 71 da Rua da Alfândega, na cidade do Funchal.
Em declarações à Agência Lusa, Baltasar Aguiar condenou o actual modelo de financiamento dos grupos parlamentares e partidos e referiu que o PND-M quer acabar com a "manjedoura pouco honesta dos partidos políticos".
"Os contribuintes da Madeira têm na nossa representação parlamentar um aliado. Todo este dinheiro, enquanto este sistema continuar, que vier para o nosso partido e que for excessivo vamos devolvê-lo aos contribuintes", referiu.
Baltasar Aguiar avisou ainda que se a lei de financiamento dos partidos e dos grupos parlamentares não for revogada, o PND-M irá distribuir no próximo ano dinheiro em sacas em frente à porta da Assembleia Legislativa.
A Assembleia Legislativa da Madeira votou no dia 16 a sua nova Lei Orgânica que contempla para 2009 uma verba de 5,1 milhões de euros para os grupos parlamentares.
O projecto de decreto legislativo regional foi votado pelos deputados do PSD-M e teve a abstenção do MPT-M e o chumbo dos restantes partidos (CDS/PP-M, PS-M, PCP-M, BE-M e PND-M) que consideraram a proposta "inoportuna" face à crise económica e financeira do país e da região.

A verba de 5,1 milhões de euros deverá ser, assim, repartida caso não seja chumbada pelo Representante da República: 3,6 milhões de euros para o PSD-M, 754 mil euros para o PS (que nesta legislatura tem menos 12 deputados), 216 mil para o CDS/PP-M e PCP-M e 108 mil euros para os partidos com deputados únicos (BE-M, MPT-M e PND-M).
A Assembleia Legislativa passou, em 2007, de 68 para 47 deputados.
A nova Lei estabelece um novo cálculo de aferição substituindo o referencial do Salário Mínimo Nacional pelo do Indexante de Apoios Sociais (equivalente à taxa de inflação), passando cada deputado a valer cerca de 108 mil euros/ano.
Na ocasião, o deputado do PSD-M Élvio Encarnação defendeu a necessidade desta alteração por ser "importante adoptar como unidade de referência para o cálculo da subvenção pública o I.A.S já que o Salário Mínimo vem sofrendo aumentos significativos, prevendo-se que se mantenha tal tendência, o que elevaria, de forma excessiva, a subvenção pública de financiamento partidário, incompatível com as actuais dificuldades financeiras do Estado e a crise que o País atravessa".

"Os partidos com representação parlamentar dispõem, para utilização de gabinetes constituídos por pessoal da sua livre escolha, nomeação e exoneração, de uma verba anual calculada nos seguintes termos: 4 x 14 I.A.S (Indexante de Apoios Sociais/mês/número de deputados)", refere a nova Lei Orgânica, que tem carácter retroactivo a 06 de Maio de 2007, data das últimas eleições legislativas regionais.

in Lusa

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

PERSONALIDADE DO ANO 2008

Foto de divulgação mostra a capa de edição dupla da edição de 29 de dezembro da revista dupla. A revista Time elegeu o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, a Personalidade do Ano de 2008, após ele ter se tornado o primeiro negro a chegar à Casa Branca.

In REUTERS/Shephard Fairey/TIME/Handout (UNITED STATES). FOR EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

THE BEST OF THE BEST - BUSH

O jornalista passou a ser o meu herói...
Pena que o BUSH não tenha levado com um sapato mais cedo! Talvez o Mundo estivesse melhor!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

COTA 500

Valerá a pena?
Quantos Milhões?
Quem beneficia? (Concerteza que não é o povo madeirense... mas sim o povo superior!!!)
... só estradas... e o resto?!

Madeira: CDU questiona razões da alteração do traçado da Cota 500

O Grupo Parlamentar do PCP/M à Assembleia Legislativa da Madeira vai propor a criação de uma comissão parlamentar da inquérito à situação da empreitada de construção da ligação rodoviária Cota 500.

De acordo com o deputado Edgar Silva, líder regional da CDU, o que está em causa «é o facto de, após o Governo Regional já ter publicado o traçado definitivo da Cota 500, via rápida circular à cidade do Funchal, e efectuado as respectivas expropriações, ter agora decidido mudar o mesmo».

«Saiu um edital, a 24 de Novembro, número 58/DRP, que prevê mudanças no traçado, invocando razões técnicas», disse.

Contudo, toda a gente nestas freguesias de Santo António e São Roque, «sabe que estas alterações visam somente beneficiar a clientela e algumas famílias próximas do poder social-democrata que têm interesses na zona».

«Esta é uma das situações mais vergonhosas em relação a obras públicas que a Região já assistiu», garantiu o dirigente comunista.

Sábado, 6 de Dezembro in Diario Digital

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

...RETARDAR EMISSÕES EM DIRECTO...

Onde?

in Publico 03-12-2008

Caso da bandeira com suástica na origem da decisão
Assembleia da Madeira retarda emissões em directo na internet para poder cortar "cenas desprestigiantes"
03.12.2008 - 09h20 Tolentino de Nóbrega
A emissão online do plenário da Assembleia Legislativa da Madeira (ALRAM) voltou ontem a ser retardada cinco minutos para permitir o corte de "cenas desprestigiantes" para este primeiro órgão do governo da região.

Negando tratar-se de "acto de censura", o presidente do parlamento madeirense, Miguel Mendonça, assumiu a responsabilidade pela adopção da medida preventiva. Justificou-a como forma de evitar a emissão de episódios como o protagonizado por José Manuel Coelho, ao desfraldar a bandeira com a cruz suástica quando intervinha na tribuna. O vídeo foi então divulgado pela edição online do PÚBLICO a partir da emissão em directo da própria parlamento disponível na Internet em www.alram.pt.

No dia seguinte, depois daquele deputado do PND ter sido impedido de entrar no parlamento, a transmissão do plenário foi abruptamente interrompida quando o líder da Nova Democracia, Baltazar Aguiar, irrompeu da galeria do público, com protestos contra a "imediata suspensão" do seu deputado. Esta decisão, proposta e aprovada pelo PSD, acabou por ser revogada, após ser unanimemente reconhecida como ilegal e inconstitucional e para travar a intervenção do Presidente da República.

Directo só para o PSD

"A décalage de cinco minutos é para que esse senhor deputado do PND não seja comandado à distância por terceiros, que do exterior seguiam a transmissão do plenário em directo", explicou o presidente do parlamento à RDP-M. "Não ando aqui para ver passar os navios", garantiu.

"Não é fundamental que a transmissão seja feita em tempo real", considera o presidente da assembleia que também mandou cortar a transmissão do circuito interno televisivo para os gabinetes dos grupos parlamentares da oposição e para a sala de imprensa, agora igualmente privada da emissão em áudio. Às imagens em directo apenas pode aceder-se nas instalações do PSD e dos colaboradores directos do presidente, dos quais parte a ordem de corte para a régie.

Contra esta situação, o PS apresentou um projecto de resolução que regula o "plenário online" e o portal da assembleia na Internet, sem cortes e nem atrasos. Determina que seja disponibilizado o sinal da rede interna de vídeo para efeitos da sua distribuição através das redes públicas e privadas de televisão por cabo, até agora interdito por decisão do próprio parlamento.

Para captarem imagens das sessões, as câmaras da RTP-Madeira e de outras televisões têm espaço obrigatório junto à bancada de imprensa, atrás das bancadas dos partidos da oposição, onde antes ficavam os deputados da maioria. Contrariando a tradição parlamentar que distribui os partidos consoante o seu posicionamento ideológico, o PSD decidiu, em anterior legislatura, passar da direita para a esquerda do hemiciclo para que os seus deputados sejam filmados de frente e os da oposição de costas.

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